Cicuta-maior verde
Uma subespécie de Conium maculatum caracterizada por caules predominantemente esverdeados e extrema toxicidade.
Sob o disfarce de delicadas flores brancas que lembram o amigável funcho, esconde-se um dos venenos mais célebres e temidos da história da humanidade. O Conium maculatum, vulgarmente conhecido como cicuta, abriga em seus tecidos alcaloides altamente perigosos para o sistema nervoso central.
Esta espécie bienal prospera em solos úmidos e nitrófilos de margens de rios e terrenos abandonados por quase toda a Europa. Suas características marcantes incluem um caule oco salpicado de manchas roxas e um forte cheiro desagradável quando suas folhas são quebradas.
O Conium maculatum exibe uma estrutura física bem definida que permite sua diferenciação de outras plantas semelhantes:
A floração ocorre principalmente durante os meses de verão no hemisfério norte, estendendo-se de junho a agosto.
Embora seja uma espécie extremamente perigosa, o Conium maculatum possui registros de uso terapêutico e farmacológico:
O Conium maculatum carrega um vasto histórico cultural e biológico repleto de curiosidades:
Uma subespécie de Conium maculatum caracterizada por caules predominantemente esverdeados e extrema toxicidade.
Variedade mediterrânea de cicuta, caracterizada por sua alta toxicidade e relevância histórica na botânica.
Sinônimos do táxon: Conium tenuifolium, Conium sibiricum, Conium pyrenaicum, Conium strictum, Coriandrum maculatum, Selinum conium, Cicuta officinalis, Conium ceretanum, Conium nodosum
Conium chaerophylloides
Espécie herbácea venenosa da família Apiaceae, nativa do sul da África.
Conium fontanum
Planta herbácea do gênero Conium que cresce em áreas úmidas da África Austral e do …
Conium sphaerocarpum
Espécie de cicuta nativa das províncias do Cabo Setentrional e do Cabo Ocidental na África …
Conium suffruticosum
Uma espécie herbácea tolerante ao sal, nativa das dunas costeiras da África do Sul.