Juazeiro-apendiculado (Celtis appendiculata)

Celtis appendiculata: características e taxonomia

Documentada nos amplos registros botânicos mundiais, Celtis appendiculata contribui significativamente para a compreensão da evolução taxonômica da família Cannabaceae. O gênero Celtis abriga predominantemente espécies arbóreas e arbustivas que desempenham um papel fundamental na manutenção da estrutura dos ecossistemas onde ocorrem.

Taxonomia

  • ∟ царство Plantae
  • ∟ divisão Tracheophytes (Plantas vasculares)
  • ∟ subdivisão Spermatophytes (Plantas com sementes)
  • ∟ Angiosperms
  • ∟ mesangiosperms (Mesangiospermas)
  • ∟ eudicots (Eudicotiledôneas)
  • ∟ Superrosids
  • ∟ rosids
  • ∟ ordem Rosales
  • ∟ família Cannabaceae (Canabáceas)
  • ∟ gênero Celtis (Trazteira)
  • ∟ espécie Celtis appendiculata (Juazeiro-apendiculado)

Morfologia

O epíteto científico appendiculata sugere a presença de pequenos apêndices em algumas partes da planta, que podem estar relacionadas às suas folhas, estípulas ou órgãos reprodutivos. Ela geralmente exibe o hábito de crescimento lenhoso característico do gênero.

As avaliações botânicas dependem fortemente dessas adições estruturais específicas para diferenciá-la de outras espécies. Exames microscópicos e macroscópicos detalhados de seus tecidos e padrões de crescimento são essenciais para uma compreensão botânica abrangente.

Fatos interessantes

O estudo botânico de Celtis appendiculata está envolto em curiosidades taxonômicas e históricas fascinantes. Esta espécie silvestre ilustra perfeitamente os complexos desafios da nomenclatura botânica inicial no continente africano:

  • Por muito tempo foi considerada uma espécie independente, até que revisões morfológicas profundas a reconheceram como um sinônimo nomenclatural botânico da espécie Chaetachme aristata.
  • Seus espinhos axilares afiados são tão robustos que, segundo crônicas históricas, representavam um perigo constante para as rodas das carroças dos primeiros exploradores europeus.
  • O nome genérico Celtis provém do grego antigo e era utilizado por Plínio, o Velho, para descrever uma planta exótica, evidenciando o profundo legado linguístico dos textos clássicos na taxonomia moderna.

Geografia de distribuição

  • Angola
  • Benin
  • Botswana
  • Kamerun
  • Zentralafrikanische Republik
  • Republik Kongo
  • Demokratische Republik Kongo
  • Eswatini
  • Ghana
  • Elfenbeinküste
  • Kenia
  • Мадагаскар
  • Malawi
  • Mosambik
  • Nigeria
  • Ruanda
  • África do Sul

Fontes

  • Plants of the World Online (POWO)
  • Global Biodiversity Information Facility (GBIF)

Informação técnica

Bancos de dados externos: POWO, Tropicos

Veja também